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Check-in automático: como a Touch Health economizou com dados reais de ocupação

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admin_site
20 maio. 2025
10 min.

Na Vila Olímpia, um dos bairros corporativos mais valorizados de São Paulo, manter um metro quadrado custa, em média, R$260 por mês. Esse valor não se limita ao aluguel: inclui condomínio, IPTU, energia elétrica, manutenção predial, limpeza, segurança e toda a infraestrutura que compõe um escritório corporativo.

Considerando que cada colaborador precisa, em média, de 10 metros quadrados operacionais, uma única estação de trabalho vazia representa um custo de R$2.600 mensais, ou mais de R$31 mil por ano. Multiplicando esse valor por dezenas ou centenas de posições ociosas todos os dias, o resultado é um prejuízo silencioso, difícil de detectar sem dados confiáveis de ocupação.

Foi exatamente esse tipo de desperdício invisível que levou a Touch Health, empresa de tecnologia para o setor hospitalar e laboratorial, a buscar uma solução precisa para entender como seus espaços estavam realmente sendo usados.

A questão não era a reserva, era a realidade por trás dela

A Touch já utilizava o sistema de agendamento da WiseOffices, ferramenta essencial para planejar o uso dos espaços. Mas, na prática, nem sempre o que era reservado refletia o que realmente acontecia no escritório, especialmente porque muitos colaboradores esqueciam ou deixavam de realizar o check-in manual.

Sem esse dado de validação, os relatórios perdiam precisão. E sem precisão, decisões importantes sobre infraestrutura acabavam baseadas em suposições, não em fatos concretos sobre o uso real do espaço.

Foi nesse contexto que a Touch adotou o check-in automático, uma funcionalidade da WiseOffices desenvolvida para validar a presença dos colaboradores sem depender de ação manual. O check-in automático não é um produto isolado contratado à parte: ele é um recurso que pode ser integrado ao controle de acesso já existente na empresa, à rede Wi-Fi corporativa, a beacons ou até câmeras com reconhecimento facial, conforme o nível de rastreabilidade desejado.

No caso da Touch, a tecnologia escolhida foi o Wi-Fi, que detecta a presença do colaborador na rede e valida sua ocupação de forma automática, sem exigir nenhuma ação do funcionário no dia a dia.

dados de check-in automatico

O resultado foi imediato: a taxa de validação de presença saltou de 31% para 97% em poucos dias, um aumento de mais de 215%, revelando um retrato muito mais preciso da ocupação real do escritório.

O primeiro impacto: economia

Com dados confiáveis vindos do check-in automático, a Touch fez o que muitas empresas nem cogitam: reduziu sua área ocupada em quase 150 posições, de forma técnica e segura, eliminando o custo de manter espaços subutilizados. Essa foi a primeira, e mais relevante, conquista do projeto.

Como a empresa é proprietária do imóvel, decidiu dar um passo adicional: transformou parte do espaço liberado em um coworking em parceria com a COW WORKSPACES, criando também uma nova fonte de receita a partir de metros quadrados que antes ficavam ociosos.

O que é check-in automático e como ele funciona

O check-in automático é a camada de validação que confirma, de forma passiva, se um colaborador está de fato presente em determinado espaço. Diferente da reserva tradicional, que registra apenas a intenção de uso, o check-in automático confirma a ocupação real no momento em que ela acontece.

Essa validação pode acontecer de diferentes formas, dependendo da infraestrutura já disponível na empresa. Integrado ao controle de acesso, o check-in automático usa catracas ou fechaduras eletrônicas já existentes. Integrado ao Wi-Fi corporativo, ele detecta a conexão do dispositivo do colaborador na rede da empresa. Já com câmeras de reconhecimento facial, a validação acontece por meio de identificação visual, sempre respeitando as diretrizes de privacidade previstas na LGPD.

A escolha do método depende do ambiente, do orçamento disponível e do nível de precisão que a empresa deseja alcançar. Em todos os casos, o objetivo é o mesmo: transformar dados de reserva em dados de ocupação real, sem exigir esforço manual de quem trabalha no escritório.

Por que apenas reservar não é suficiente

Muitas empresas acreditam que um sistema de reservas já resolve o problema da gestão de espaços. Mas a experiência da Touch mostra que reserva e ocupação real são coisas diferentes. É comum que colaboradores reservem uma sala ou uma mesa e, por qualquer motivo, não compareçam, ou esqueçam de cancelar a reserva quando os planos mudam.

Sem uma camada de validação como o check-in automático, esses dados imprecisos se acumulam nos relatórios e distorcem qualquer análise sobre uso do espaço. A empresa pode acreditar que está com alta ocupação, quando na realidade boa parte das reservas nunca se concretiza fisicamente.

Essa distorção tem consequência direta no orçamento: decisões sobre expansão, redução ou redesenho de metragem, quando baseadas apenas em dados de reserva, correm o risco de manter ou até aumentar espaços que já estão sendo pouco usados na prática.

Check-in automático e WiseSense: soluções complementares para realidades diferentes

O caso da Touch evidenciou um padrão importante: planejar é necessário, mas validar é indispensável. O check-in automático foi criado justamente para isso, cruzar planejamento com realidade, automatizando a validação de presença com total aderência à LGPD, sem depender da ação humana. É a solução ideal para empresas que já operam com reservas, mas precisam transformar seus relatórios em decisões mais precisas.

Já o WiseSense vai além: detecta a presença de pessoas, com anonimização dos dados, sem necessidade de reserva ou check-in, por meio de sensores, Wi-Fi ou beacon. É uma solução ideal para espaços com alto fluxo e ocupação contínua, como hospitais, universidades, aeroportos e escritórios totalmente presenciais.

Ambos os recursos se complementam e atendem a diferentes modelos operacionais, permitindo que cada empresa escolha o cenário tecnológico mais adequado à sua realidade, seja um ambiente que ainda depende de reservas ou um espaço de fluxo livre e contínuo.

check-in automatico

Visualização real para administradores da plataforma WiseOffices

Facilities: de área de apoio a vetor estratégico de eficiência

A gestão de espaços está passando por uma transformação profunda. Facilities deixou de ser apenas uma área de apoio e passou a ser um dos pilares da eficiência operacional e financeira das empresas. Tomar decisões sem dados significa correr riscos desnecessários e manter estruturas que não geram valor.

Com o check-in automático e o WiseSense, gestores ganham acesso a indicadores reais de ocupação, justificativas técnicas sólidas para downsize, expansão ou reconfiguração de espaços, redução de desperdícios estruturais, argumentação objetiva junto à diretoria e ganho de performance com redução de custos.

Empresas como Shopee, Reclame Aqui, Banco Master, Stefanine, Verisure e Hering já estão nessa jornada de transformar dados de ocupação em decisões estratégicas de negócio.

Como avaliar se sua empresa precisa de check-in automático

Um bom indício de que o check-in automático pode ajudar é quando os relatórios de reserva não parecem condizer com o que se observa no escritório no dia a dia: salas marcadas como ocupadas que aparecem vazias, ou mesas reservadas que raramente têm alguém sentado nelas.

Outro sinal é a dificuldade em justificar decisões de redução ou expansão de metragem para a diretoria, por falta de dados que resistam a questionamentos. Nesses casos, a validação automática de presença transforma suposições em evidência concreta, facilitando qualquer negociação orçamentária futura.

Conclusão

A Touch Health é mais uma prova de que não é preciso esperar pelo futuro: ele já está acontecendo, metragem por metragem, decisão por decisão. Ao adotar o check-in automático, a empresa transformou dados de reserva incompletos em uma visão precisa da ocupação real, o que resultou em economia direta e em uma nova fonte de receita com o espaço liberado.

Sua operação ainda está baseada em suposições? Conheça o check-in automático e o WiseSense, soluções da WiseOffices que transformam ocupação em inteligência real para a tomada de decisão.

O que é check-in automático e em que ele difere de uma reserva de sala?

A reserva registra apenas a intenção de uso de um espaço, feita previamente pelo colaborador. O check-in automático confirma, de forma passiva e sem ação manual, se aquela pessoa realmente ocupou o espaço reservado, usando Wi-Fi, controle de acesso ou câmeras de reconhecimento facial como método de validação.

O check-in automático é um produto separado que precisa ser contratado à parte?

Não. O check-in automático é uma funcionalidade que se integra à infraestrutura já existente na empresa, como o controle de acesso, a rede Wi-Fi corporativa ou câmeras de reconhecimento facial. Não é um sistema isolado, e sim uma camada de validação que se conecta ao que a empresa já utiliza.

O uso de câmeras de reconhecimento facial para check-in automático é permitido pela LGPD?

Sim, desde que a implementação siga as diretrizes de proteção de dados, com consentimento adequado e anonimização quando aplicável. A escolha do método de validação, seja Wi-Fi, controle de acesso ou câmeras, deve considerar o nível de sensibilidade dos dados coletados e as políticas internas de privacidade da empresa.

Qual a diferença prática entre check-in automático e o WiseSense?

O check-in automático valida presença em espaços que já operam com sistema de reservas, complementando esse fluxo com dados reais. O WiseSense, por outro lado, dispensa completamente a reserva e detecta ocupação de forma contínua, sendo mais indicado para ambientes de alto fluxo, como hospitais e aeroportos, onde reservar cada posição não é viável.

Quanto tempo leva para ver resultados após implementar o check-in automático?

No caso da Touch Health, a taxa de validação de presença saltou de 31% para 97% em poucos dias após a implementação. Já a decisão de reduzir a metragem ocupada, apoiada nesses dados, costuma levar algumas semanas adicionais de coleta para garantir que o padrão observado é consistente e não uma variação pontual.