Esportes

FURIA Esports

colinatech
20 maio. 2026
4 min.

De 300m² para 1.200m²: como a FURIA Esports cresceu sem perder o controle da operação

Três anos atrás, a FURIA Esports funcionava em cerca de 300m², com umas 15 pessoas e uma única sala de reunião. Hoje são 1.200m², quase 50 estações de trabalho, cinco salas de reunião e operações no Brasil, nos Estados Unidos e em Malta. Crescer nessa velocidade traz um problema que pouca gente fala: como você organiza o espaço no meio disso tudo?

Quando o escritório fica pequeno antes de você perceber

Lucas de Brito, analista de facilities da FURIA, descreve bem o que acontece quando uma empresa cresce rápido sem ter estrutura de gestão de espaços: as pessoas ficam batendo de porta em porta procurando sala, visitante no corredor, reunião acontecendo em lugar errado.

“Como a gente vai sair do micro para o grandão, organizando isso de forma que as pessoas consigam se entender e não ficar batendo na porta de sala em sala com visitante do lado?”, conta Lucas.

A FURIA usa a Wise Offices há três anos. E foi com os dados da plataforma que a equipe conseguiu tomar decisões sobre o próprio crescimento do espaço: quando adicionar mesas, quando abrir novas salas de reunião, o que realmente estava sendo usado e o que ficava parado.

“A gente conseguiu aumentar o número de mesas com a ajuda da Wise, e as salas de reunião também”, diz Lucas.

O ar-condicionado que virou case no condomínio

Um dos usos menos óbvios dos dados de ocupação foi a automação do ar-condicionado. Com visibilidade de quais dias e horários concentram mais pessoas no escritório, a FURIA programou o funcionamento do ar por dia e turno, ajustando conforme o volume esperado.

Mais conforto para quem trabalha lá. Menos energia desperdiçada. E um detalhe que Lucas menciona com bom humor: o condomínio passou a usar a FURIA como exemplo para os outros inquilinos.

“O condomínio nos usa como case em todas as reuniões que tem, muito por conta da Wise também”, conta ele.

A mesma lógica foi aplicada com as equipes de limpeza e copa. Com os horários de reunião visíveis na plataforma, a coordenação ficou mais fácil: os espaços chegam arrumados para quem precisa, sem depender de aviso ou improviso.

Isso importa especialmente para uma organização de esportes eletrônicos que recebe constantemente parceiros, imprensa, visitantes e, em ações de diversidade, grupos de jovens conhecendo a estrutura da empresa. A impressão que o espaço causa começa antes da reunião.

O que reservas e check-ins revelam

As métricas que a equipe acompanha de perto são reservas e check-ins. A diferença entre os dois diz muito: quando alguém reserva e não aparece, o espaço fica bloqueado sem necessidade. Quando isso começa a acontecer com frequência, é sinal de que algo precisa de ajuste.

“A gente tá tendo muita reserva e pouco check-in: onde a gente consegue trabalhar sobre isso?”, explica Lucas sobre como a equipe usa esses dados para identificar problemas antes que virem reclamação.

No fim, é isso que a gestão de espaços faz pela operação: tira a dependência do feeling e coloca no lugar algo que pode ser acompanhado, ajustado e melhorado com o tempo.


A FURIA Esports é uma das maiores organizações de esportes eletrônicos do mundo, com operações no Brasil, nos Estados Unidos e em Malta. Utiliza a Wise Offices há três anos para gestão de espaços e decisões de expansão.